segunda-feira, 16 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Provas do colégio Santa Mônica que foram modificas (Original)
Prova.pb.Linguaportuguesa.1ano.manha.2bim.ch.Ms by Luma Guimarães
Prova.pb.Linguaportuguesa.2ano.manha.1bim by Luma Guimarães
Prova.pb.Linguaportuguesa.2ano.manha.2bim.sg.Ms by Luma Guimarães
Prova.pb.Linguaportuguesa.2ano.tarde.1bim by Luma Guimarães
Prova.pb.Linguaportuguesa.2ano.tarde.2bim.sg.Ms by Luma Guimarães
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Alfabetização e tecnologia
SITE: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/alfabetizacao-tecnologia-linguagem-leitura-escrita-756962.shtml
Cada vez mais escolas têm computadores e lousas digitais à disposição. Saiba como incluir esses e outros recursos no planejamento de atividades desafiadoras
Lápis e papel. Houve uma época em que esses eram os utensílios disponíveis para escrever, tanto na escola como fora dela. Com o passar do tempo, as máquinas de datilografar, primeiro, e os computadores, depois, foram invadindo os mais diversos ambientes, mas não a sala de aula. Uma pena. Se equipamentos desse tipo fazem parte do dia a dia da maioria das pessoas, que os usam socialmente para redigir, não há porque ignorá-los em atividades de alfabetização. Felizmente, a tendência é que isso mude com a informatização das escolas. Há dez anos, 16% delas tinham computador para uso dos alunos e 12% contavam com acesso à internet - só na opção discada -, conforme dados do Ministério da Educação (MEC). Em 2012, eram 57% com micros para uso didático, 52% deles conectados à rede. O recurso deve chegar a todas as escolas nos próximos anos, razão para que você esteja preparado para usá-lo da melhor forma.
É preciso estar atento, porém, a um ponto: a presença da tecnologia não é garantia de aprendizagem. Não bastam laptops à disposição na sala, por exemplo, se eles só são usados para jogos - esses aplicativos certamente chamam a atenção da meninada, mas poucos proporcionam desafios e reflexões sobre a leitura e a escrita. Mesmo quem não sabe ler e escrever, acredite, pode enfrentar o computador em atividades com foco na alfabetização. Afinal, muitas crianças aprendem as letras em um teclado e todas podem usá-lo para grafar palavras da maneira que sabem, mesmo que não seja convencionalmente.
A argentina Ana Teberosky destaca no livro Contextos de Alfabetização Inicial (176 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 48 reais) que diante do teclado o aluno usa as duas mãos para digitar e, em vez de traçar grafias, deve escolher uma das opções para apertar: estão à disposição dele todas as letras possíveis para compor uma palavra (um conjunto finito com uma disposição diferente da alfabética). As peculiaridades continuam: o computador permite relacionar as letras impressas no teclado com as imagens que aparecem na tela e escolher formatos variados.
É preciso estar atento, porém, a um ponto: a presença da tecnologia não é garantia de aprendizagem. Não bastam laptops à disposição na sala, por exemplo, se eles só são usados para jogos - esses aplicativos certamente chamam a atenção da meninada, mas poucos proporcionam desafios e reflexões sobre a leitura e a escrita. Mesmo quem não sabe ler e escrever, acredite, pode enfrentar o computador em atividades com foco na alfabetização. Afinal, muitas crianças aprendem as letras em um teclado e todas podem usá-lo para grafar palavras da maneira que sabem, mesmo que não seja convencionalmente.
A argentina Ana Teberosky destaca no livro Contextos de Alfabetização Inicial (176 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 48 reais) que diante do teclado o aluno usa as duas mãos para digitar e, em vez de traçar grafias, deve escolher uma das opções para apertar: estão à disposição dele todas as letras possíveis para compor uma palavra (um conjunto finito com uma disposição diferente da alfabética). As peculiaridades continuam: o computador permite relacionar as letras impressas no teclado com as imagens que aparecem na tela e escolher formatos variados.
Os recursos tecnológicos não são a salvação para o déficit do conhecimento em leitura e escrita, conforme afirma Emilia Ferreiro, psicolinguista argentina radicada no México. Para ela, no entanto, com a ajuda deles ocorrem práticas que levam à alfabetização "que corresponde ao nosso espaço e tempo". No livro O Ingresso na Escrita e nas Culturas do Escrito (488 págs., Ed. Cortez, tel. 11/3611-9616, 65 reais), ela destaca algumas contribuições das tecnologias para o ensino: deixam mais acessível uma grande diversidade de textos (o que é essencial para alfabetizar), dão mais autonomia ao aluno (já que ele tem à disposição ferramentas que apontam falhas na escrita independentemente das indicações do professor, como corretores ortográficos) e reforçam a ideia de que professores ou livros didáticos não são a única fonte de informação.
"Com o bom uso da tecnologia, aliado aos outros recursos, a criança tem mais uma possibilidade de entrar em contato com os desafios dessa fase", afirma Nanci Folena Pereira Sousa, chefe da Seção de Laboratório e Educação Tecnológica da prefeitura de São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. As possibilidades são muitas. Nas páginas seguintes, apresentamos projetos didáticos e atividade permanente realizados com sucesso na pré-escola e no 1º ano, em que são usados programas como jogos, o Word e o PowerPoint, e equipamentos como a lousa digital e o Datashow, além da internet. Para que a turma cumpra bem os desafios e avance, você verá, o professor deve continuar realizando um planejamento cuidadoso e intervenções adequadas a cada momento. Os estudantes, por sua vez, seguem refletindo sobre o sistema de escrita, discutindo com seus pares e pedindo informações ao educador sempre que necessário. Enfim, uma alfabetização adequada aos dias de hoje.
"Com o bom uso da tecnologia, aliado aos outros recursos, a criança tem mais uma possibilidade de entrar em contato com os desafios dessa fase", afirma Nanci Folena Pereira Sousa, chefe da Seção de Laboratório e Educação Tecnológica da prefeitura de São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. As possibilidades são muitas. Nas páginas seguintes, apresentamos projetos didáticos e atividade permanente realizados com sucesso na pré-escola e no 1º ano, em que são usados programas como jogos, o Word e o PowerPoint, e equipamentos como a lousa digital e o Datashow, além da internet. Para que a turma cumpra bem os desafios e avance, você verá, o professor deve continuar realizando um planejamento cuidadoso e intervenções adequadas a cada momento. Os estudantes, por sua vez, seguem refletindo sobre o sistema de escrita, discutindo com seus pares e pedindo informações ao educador sempre que necessário. Enfim, uma alfabetização adequada aos dias de hoje.
Piratas do Vale Silício
RESENHA
CRÍTICA
O
filme retrata uma história entre Steves Jobs e Bill Guedes, como eles
desenvolveram o computador e o programa da Microsoft.
Steves
Jobs era um homem arrogante e que a princípio trabalhava com uma “equipe”, seu
parceiro mesmo que desenvolvia o computador também chamava Steves. Naquela
época existiam computadores apenas para as empresas, como Jobs era muito
visionário, pensava em desenvolver computador para todos. Então com a ajuda de
Steves, seu amigo, começaram a criar um computador que todos possam usar.
Em
contra partida Bill Guedes e seus amigos já sabiam que para ter um computador
era preciso um programa para que desenvolvesse bem a tecnologia. Então
começaram a estudar de diversas formas um sistema para um computador.
Bill
Guedes era um homem que também não tinha responsabilidade. Não tinha horários
para dormir e muito menos para acordar. Quando tinha compromissos, acordava em
cima da hora para o atendimento.
Quando
o projeto do computador estava em construção, eles receberam uma proposta da
empresa Apple, uma apresentação, de como ia funcionar este computador que todos
poderiam usar.
Neste
mesmo evento Guedes foi com sua equipe apresentar o seu sistema. Porem ele não
deu muito sucesso, pois, os olhos das pessoas vidraram no computador, eles não
sabiam que este sistema poderia fazer evolução com este computador. Então a
Apple fez parceria com Jobs e seu amigo Steves. Eles começaram a crescer muito
e ganhar muito dinheiro. Só a arrogância de Jobs que deixou a desejar certas
coisas.
Em
outro lado a luta de Guedes e seus amigos era grande, Com um sistema que nem
sequer estava oficialmente terminado, foram para Miame/EUA, em uma empresa que
desenvolviam Software, para oferecer os serviços da Microsoft. Ao conversar com
o empresário, Guedes conversava coisas que nem se quer existia, e projetos bons
que desenvolveriam a empresa. Então o empresário fechou os serviços deles.
Quando foram embora, seu amigo queria saber qual sistema foi aquele que tinha
falado naquela reunião, então Guedes disse para seu amigo ir a uma micro
empresa da esquina saber algo novo que poderiam desenvolver. Então seu amigo
conseguiu tudo e começaram a trabalhar para aquela empresa em Miame.
A
principio pode-se observar que Bill Guedes e Steves Jobs cresceram através dos
seus amigos. Duas pessoas oportunistas que tiveram nomes fortes e
reconhecimento no mundo.
Bill
Guedes não estava satisfeito, então foram ate a Apple apresentar seus projetos
para Jobs. Depois de muitos problemas e arrogância de Jobs, Guedes aproveita
para difamar a fama de Jobs e assume o seu lugar na Apple. Com o passar do
tempo Jobs volta para a Apple trabalhando para Guedes.
Uma
história que nos faz pensar no desenvolvimento da tecnologia. Hoje em dia para
tudo é preciso do computador e sua tecnologia. Só de pensarmos em ficar sem
essas tecnologias, achamos que não podemos fazer nada.
Um
professor em uma sala de aula precisa de dinamismo e com a ajuda da tecnologia,
pode aprimorar neste desenvolvimento. É muito importante este filme para nos
mostrar a realidade da vida tecnológica e como é precisa em nossas vidas. Claro
que nada com muito exagero.
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